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OGUM VENCEDOR DE DEMANDA!

Ogum

 

 

Não existe lugar neste mundo onde possa ir sem ajuda de Ogum É ter Ogum cravado no coração e manifestado diariamente, com toda sua Excelência! Ogunhê! Ogum yê! Meu Pai!

Salve Ogum

 

 

Ogum é um orixá cultuado nas religiões de Umbanda e Candomblé, correspondendo a São Jorge, na Igreja Católica no sincretismo religioso. Seu dia é o 23 de abril.

 

EU PEDI A OGUM

 

 

EU PEDI A OGUM

Eu pedi a Ogum, para retirar os meus vícios. Ogum disse: Não. Eles não são para eu tirar, mas para você desistir deles.

Eu pedi a Ogum , para fazer meu filho aleijado se tornar completo. Ogum disse: Não. Seu espírito é completo, seu corpo é apenas temporário

Eu pedi a Ogum para me dar paciência. Ogum disse, Não. Paciência é um subproduto das tribulações; Ela não é dada, é aprendida.

Eu pedi a Ogum para me dar felicidade. Ogum disse: Não. Eu dou bênçãos; Felicidade depende de você.

Eu pedi a Ogum para me livrar da dor. Ogum disse: Não. Sofrer te leva para longe do mundo e te traz para perto de mim.

Eu pedi a Ogum para fazer meu espírito crescer. Ogum disse: Não. Você deve crescer em si próprio! Mas eu te podarei para que dês frutos.

Eu pedi a Ogum todas as coisas que me fariam apreciar a vida. Ogum disse: Não. Eu te darei a vida, para que você aprecie todas as coisas.

Eu pedi a Ogum para me ajudar a AMAR os outros, como Ele me ama. Ogum disse: Finalmente você entendeu a idéia!

(desconheço a autoria)

Ogum
 
lendas de ogum











Ogum foi o segundo filho de Iemanjá e era muito ligado ao irmão mais velho, Exu. Os dois eram muito aventureiros e brincalhões, estavam sempre fazendo estrepolias juntos. Quando Exu foi expulso de casa pelos pais, Ogum ficou muito zangado e resolveu acompanhar o irmão. Foi atrás dele e por muito tempo os dois correram mundo juntos. Exu, o mais esperto, resolvia para onde iriam; e Ogum, o mais forte e guerreiro, ia vencendo todas as dificuldades do caminho. É por isso que Ogum sempre surge no culto logo depois de Exu, pois honrar seu irmão preferido é a melhor forma de agradá-lo; e enquanto Exu é o dono das encruzilhadas, Ogum governa a reta dos caminhos.

Quando Ogum conquistou o reino de Irê, deu o trono para o filho e partiu em busca de novas batalhas. Anos depois, ele voltou ; mas chegou no dia de uma festa religiosa em que todos deviam guardar silêncio. Sentindo sede, quis beber, mas o vinho havia sido todo usado no ritual religioso; pediu comida e ninguém lhe respondeu, por causa da proibição religiosa. Pensando que o desprezavam, Ogum puxou a espada e matou todo mundo. Quando terminou a cerimônia religiosa, o filho veio ao encontro de Ogum, prestou-lhe todas as homenagens e ofereceu-lhe um banquete. Quando lhe explicaram o que ocorrera, Ogum ficou horrorizado com seu crime. Cravou a espada no chão e fez com que se abrisse um grande buraco por onde se afundou, tornando-se desde então um Orixá.

Depois que Exu foi expulso de casa pelos pais, ficou decidido que Ogum, o segundo filho, seria o sucessor do pai no governo. Entretanto, Ogum não gostava desse tipo de atividade. Seu prazer estava nas aventuras. Quando substituiu o pai durante uma viagem deste, Ogum deixou de lado as funções de governante, dedicando-se a passeios e confusões com os amigos. Estava sempre se metendo com as namoradas alheias e arrumando brigas. Para mantê-lo sossegado, então, o pai lhe deu o comando do exército e a missão de responder às agressões ao reino e de conquistar novos territórios. Nessas atividades, ele foi muito bem sucedido.

" Ogum é filho de Iemanjá com Odudua. Desde criança já era destemido, impetuoso, arrojado e viril, tendo se tornado sempre mais e mais um brilhante guerreiro e conquistado, para seu pai, muitos reinos, não havendo, por esta razão, um só caminho que Ogum não tenha percorrido. Nos intervalos entre as guerras e as conquistas, Ogum criou os metais, a forja e as ferramentas que facilitaram a vida dos homens no mundo. Ele a pforjou rimeira faca, a primeira ponta de lança, a primeira espada, a primeira tesoura. Um irmão dedicado, diz o mito que Ogum tinha por Oxóssi uma afeição muito especial, defendendo-o várias vezes de seus inimigos e passando mesmo a morar fora de casa com Oxóssi, quando este foi expulso de casa por Iemanjá. Diz ainda o mito que foi Ogum quem ensinou Oxóssi a defender-se, a caçar e a abrir seus próprios caminhos nas matas onde reina. Ogum teve muitas mulheres, a principal delas Iansã, guerreira como ele. Tendo sido roubada por Xangô, Ogum passou a viver sozinho, para a guerra e a metalurgia" FONTE: OS ORIXÁS - EDITORA TRÊS - Ediç;ão 1991

Orixá das Guerras e da Tecnologia !!!

 

Lenda

Ogum lutava sem cessar contra os reinos vizinhos. Ele trazia sempre um rico espólio em suas expedições, além de numerosos escravos. Todos estes bens conquistados, ele entregava a Odúduá, seu pai, rei de Ifé.

Ogum continuou suas guerras. Durante uma delas, ele tomou Irê. Antigamente, esta cidade era formada por sete aldeias. Por isto chamam-no, ainda hoje, Ogum mejejê lodê Irê - "Ogum das sete partes de Irê".

Ogum matou o rei, Onirê e o substituiu pelo próprio filho, conservando para si o título de Rei. Ele é saudado como Ogum Onirê! - "Ogum Rei de Irê!"

Entretanto, ele foi autorizado a usar apenas uma pequena coroa, "akorô". Daí ser chamado, também, de Ogum Alakorô - "Ogum dono da pequena coroa".

Após instalar seu filho no trono de Irê, Ogum voltou a guerrear por muitos anos. Quando voltou a Irê, após longa ausência, ele não reconheceu o lugar. Por infelicidade, no dia de sua chegada, celebrava-se uma cerimônia, na qual todo mundo devia guardar silêncio completo. Ogum tinha fome e sede.

Ele viu as jarras de vinho de palma, mas não sabia que elas estavam vazias. O silêncio geral pareceu-lhe sinal de desprezo. Ogum, cuja paciência é curta, encolerizou-se. Quebrou as jarras com golpes de espada e cortou a cabeça das pessoas. A cerimônia tendo acabado, apareceu, finalmente, o filho de Ogum e ofereceu-lhe seus pratos prediletos: caracóis e feijão, regados com dendê, tudo acompanhado de muito vinho de palma.

Ogum, arrependido e calmo, lamentou seus atos de violência, e disse que já vivera bastante, que viera agora o tempo de repousar. Ele baixou, então, sua espada e desapareceu sob a terra. Ogum tornara-se um Orixá.

Ogum dá ao homem o segredo do ferro

 

Ogum dá ao homem o segredo do ferro Na Terra criada por Oxalá, em Ifé, os orixás e os seres humanos trabalhavam e viviam em igualdade. Todos caçavam e plantavam usando frágeis instrumentos feitos de madeira, pedra ou metal mole. Por isso o trabalho exigia grande esforço. Com o aumento da população de Ifé, a comida andava escassa. Era necessário plantar uma área maior. Os orixás então se reuniram para decidir como fariam para remover as árvores do terreno e aumentar a área de lavoura. Ossãe, o orixá da medicina, dispôs-se a ir primeiro e limpar o terreno. Mas seu facão era de metal mole e ele não foi bem sucedido. Do mesmo modo que Ossãe, todos os outros Orixás tentaram, um por um, e fracassaram na tarefa de limpar o terreno para o plantio. Ogum, que conhecia o segredo do ferro, não tinha dito nada até então. Quando todos os outros Orixás tinham fracassado, Ogum pegou seu facão, de ferro, foi até a mata e limpou o terreno. Os Orixás, admirados, perguntaram a Ogum de que material era feito tão resistente facão. Ogum respondeu que era o ferro, um segredo recebido de Orunmilá. Os Orixás invejaram Ogum pelos benefícios que o ferro trazia, não só à agricultura, como à caça e até mesmo à guerra. Por muito tempo os Orixás importunaram Ogum para saber do segredo do ferro, mas ele mantinha o segredo só para si. Os Orixás decidiram então oferecer-lhe o reinado em troca do que ele lhes ensinasse tudo sobre aquele metal tão resistente. Ogum aceitou a proposta. Os humanos também vieram a Ogum pedir-lhe o conhecimento do ferro. E Ogum lhes deu o conhecimento da forja, até o dia em que todo caçador e todo guerreiro tiveram sua lança de ferro. Mas, apesar de Ogum ter aceitado o comendo dos Orixás, antes de mais nada ele era um caçador. Certa ocasião, saiu para caçar e passou muitos dias fora numa difícil temporada. Quando voltou da mata, estava sujo e maltrapilho. Os Orixás não gostaram de ver seu líder naquele estado. Eles o desprezaram e decidiram destituí-lo do reinado. Ogum se decepcionou com os Orixás, pois, quando precisaram dele para o segredo da forja, eles o fizeram rei e agora dizem que não era digno de governá-los. Então Ogum banhou-se, vestiu-se com folhas de palmeira desfiadas, pegou suas armas e partiu. Num lugar distante chamado Irê, construiu uma casa embaixo da arvore de Acoco e lá permaneceu. Os humanos que receberam de Ogum o segredo do ferro não o esqueceram. Todo mês de dezembro, celebravam a festa de Uidê Ogum. Caçadores, guerreiros, ferreiros e muitos outros fazem sacrifícios em memória de Ogum. Ogum é o senhor do ferro para sempre.

 

Algumas Ervas de Ogum
  Açoita-Cavalo-Ivitinga • Agrião • Babosa • Cana-de-Macaco • Canjerana-Pau-Santo • Espada de São Jorge • Eucalipto • Helicônia • Jabuticaba • Losna • Pitanga • Porangaba

 

Oferendas a Ogum

 
Oferenda ao Orixá Ogum

• Toalha ou pano vermelho; • velas branca e vermelha; • fitas branca e vermelha; • linhas branca e vermelha; • cordões branco e verme­lho; • flores (cravo e palmas vermelhas); • frutas (melancia, laranja, pêra, goiaba vermelha, ameixa preta, abacaxi, uvas); • licor de gengibre; • cerveja branca; • pembas branca e vermelha; • comida (feijoada).

500 gramas de feijão mulatinho (ou cavalo) cozido. 1 cebola refogada no dendê 1 cebola corta a juliana 1 pimentão verde cortado em rodelas 1 travessa de barro 7 camarões grandes fritos no dendê para enfeitar 1 vela de sete dias vermelha 1 cerveja branca 1 suporte para vela 7 palmas ou cravos vermelhas 1 pacote de fósforo 1 copo  

Ferramentas de Ogum.

     
       
Ogum

Ogum traz a espada e o escudo, além de carregar o cinto sagrado das 7 ferramentas. Ogum é o Orixá associado a guerra por ter como símbolo o escudo e a espada e por ser aclamado por seus filhos em horas de grandes dificuldades e desespero. Ogum é grande vencedor de demandas e é bem próximo de seus queridos filhos.

 
 
     
     
     
     
 
As Características Dos Filhos De Ogum
   
 

 

As Características Dos Filhos De Ogum

Não é difícil reconhecer um filho de Ogum. Tem um comportamento extremamente coerente, arrebatado e passional, aonde as explosões, a obstinação e a teimosia logo avultam, assim como o prazer com os amigos e com o sexo oposto. São conquistadores, incapazes de fixar-se num mesmo lugar, gostando de temas e assuntos novos, conseqüentemente apaixonados por viagens, mudanças de endereço e de cidade. Um trabalho que exija rotina, tornará um filho de Ogum um desajustado e amargo. São apreciadores das novidades tecnológicas, são pessoas curiosas e resistentes, com grande capacidade de concentração no objetivo em pauta; a coragem é muito grande. Os filhos de Ogum custam a perdoar as ofensas dos outros. Não são muito exigentes na comida, no vestir, nem tão pouco na moradia, com raras exceções. São amigos camaradas, porém estão sempre envolvidos com demandas. Divertidos, despertam sempre interesse nas mulheres, tem seguidos relacionamentos sexuais, e não se fixam muito a uma só pessoa até realmente encontrarem seu grande amor. São pessoas determinadas e com vigor e espírito de competição. Mostram-se líderes natos e com coragem para enfrentar qualquer missão, mas são francos e, às vezes, rudes ao impor sua vontade e idéias. Arrependem-se quando vêem que erraram, assim, tornam-se abertos a novas idéias e opiniões, desde que sejam coerentes e precisas. As pessoas de Ogum são práticas e inquietas, nunca "falam por trás" de alguém, não gostam de traição, dissimulação ou injustiça com os mais fracos. Nenhum filho de Ogum nasce equilibrado. Seu temperamento, difícil e rebelde, o torna, desde a infância, quase um desajustado. Entretanto, como não depende de ninguém para vencer suas dificuldades, com o crescimento vai se libertando e acomodando-se às suas necessidades. Quando os filhos de Ogum conseguem equilibrar seu gênio impulsivo com sua garra, a vida lhe fica bem mais fácil. Se ele conseguisse esperar ao menos 24 hs. para decidir, evitaria muitos revezes, muito embora, por mais incrível que pareça, são calculistas e estrategistas. Contar até 10 antes de deixar explodir sua zanga, também lhe evitaria muitos remorsos. Seu maior defeito é o gênio impulsivo e sua maior qualidade é que sempre, seja pelo caminho que for, será sempre um Vencedor. A sua impaciência é marcante. Tem decisões precipitadas. Inicia tudo sem se preocupar como vai terminar e nem quando. Está sempre em busca do considerado o impossível. Ama o desafio. Não recusa luta e quanto maior o obstáculo mais desperta a garra para ultrapassá-lo. Como os soldados que conquistavam cidades e depois a largavam para seguir em novas conquistas, os filhos de Ogum perseguem tenazmente um objetivo: quando o atinge, imediatamente o larga e parte em procura de outro. É insaciável em suas próprias conquistas. Não admite a injustiça e costuma proteger os mais fracos, assumindo integralmente a situação daquele que quer proteger. Sabe mandar sem nenhum constrangimento e ao mesmo tempo sabe ser mandado, desde que não seja desrespeitado. Adapta-se facilmente em qualquer lugar. Come para viver, não fazendo questão da qualidade ou paladar da comida. Por ser Ogum o Orixá do Ferro e do Fogo seu filho gosta muito de armas, facas, espadas e das coisas feitas em ferro ou latão. É franco, muitas vezes até com assustadora agressividade. Não faz rodeio para dizer as coisas. Não admite a fraqueza e a falta de garra. Têm um grave conceito de honra, sendo incapazes de perdoar as ofensas sérias de que são vítimas. São desgarrados materialmente de qualquer coisa, pessoas curiosas e resistentes, tendo grande capacidade de se concentrar num objetivo a ser conquistado, persistentes, extraordinária coragem, franqueza absoluta chegando à arrogância. Quando não estão presos a acessos de raiva, são grandes amigos e companheiros para todas as horas.

 

Conheça um pouco mais sobre Ogum:

ORIXÁ da guerra, das batalhas, dos metais, da agricultura, dos caminhos e da tecnologia.

Ogum é o Orixá deus da guerra. Seu nome traduzido para o português significa luta, briga, batalha.

É a divindade da metalúrgica, do ferro, aço e ouros metais fortes. Ogum está ligado a todos os Orixás.

Vem sempre à frente dos demais Orixás. É o dono da abertura dos caminhos dos seus filhos e adeptos.

Ogum é visto como o lutador e conquistador, sempre ao lado de Exu , Orixás solicitados para abertura de caminhos

dos seres humanos.

Orixá da defesa, pode até evitar briga, mas gosta de lutar e quando isso acontece é imbatível.

No Candomblé é o grande general, marechal de todas a lutas, pai rígido, severo, mas também compreensível.

Ogum também é a viagem, a estrada longa, os veículos, a estrada de ferro.

Ogum é filho de Iemanjá e irmão mais velho de Exu e Oxossi. Ogum era um bom filho, bom irmão, bom caçador, atencioso e trabalhador.

Por ter o seu irmão Exu que sempre vivia pelo mundo e seu irmão Oxossi mais descansado, Ogum cuidava da sua casa e família.

Ogum tinha um grande desejo que era de ganhar o mundo, como fazia o seu irmão Exu.

Ogum veste saiote e atacã com as cores azul escuro, capacete confeccionado em latão ou pano bordado com plumas

nas cores azulão e branco, no pescoço colares de conta-azul e na mão uma espada. Ogun (nagôs), Gu (jejes), Sumbo e Rocha Mukumbe (angolas), Nkôce Mukumbe(congos).

Onde estiver um Ogum, lá estarão os olhos da Lei, mesmo que seja um “caboclo” de Ogum, avesso às condutas liberais dos freqüentadores

das tendas de Umbanda, sempre atento ao desenrolar dos trabalhos realizados, tanto pelos médiuns quanto pelos espíritos incorporadores.

Dizemos que Ogum é, em si mesmo, os atentos olhos da Lei, sempre vigilante, marcial e pronto para agir onde lhe for ordenado.

Características: O arquétipo de Ogum é o das pessoas violentas, briguentas e impulsivas, incapazes de perdoarem as ofensas de que foram vítimas.

Das pessoas que perseguem energicamente seus objetivos e não se desencorajam facilmente

. Daquelas que nos momentos difíceis triunfam onde qualquer outro teria abandonado o combate e perdido toda a esperança.

Das que possuem humor mutável, passando de furiosos acessos de raiva ao mais tranquilo dos comportamentos.

Finalmente, é o arquétipo das pessoas impetuosas e arrogantes, daquelas que se arriscam a melindrar os outros por

uma certa falta de discrição quando lhes prestam serviços, mas que, devido à sinceridade e franqueza de suas intenções,

tornam-se difíceis de serem odiadas.

Sincretismo: São Jorge

Cor: No candombé, azul anil; na umbanda, vermelho e branco

Dia da semana: Terça ou Quinta-feira.

Dominío: a reta dos caminhos, as lutas, o trabalho.

Símbolos: Enxada, facão, ferramentas, martelo, pá, picareta, serrote.

Saudação: Ogun-iê

 

                            

LENDAS OGUM

Ogum foi o segundo filho de Iemanjá e era muito ligado ao irmão mais velho, Exu. Os dois eram muito aventureiros e brincalhões, estavam sempre fazendo estrepolias juntos. Quando Exu foi expulso de casa pelos pais, Ogum ficou muito zangado e resolveu acompanhar o irmão. Foi atrás dele e por muito tempo os dois correram mundo juntos. Exu, o mais esperto, resolvia para onde iriam; e Ogum, o mais forte e guerreiro, ia vencendo todas as dificuldades do caminho. É por isso que Ogum sempre surge no culto logo depois de Exu, pois honrar seu irmão preferido é a melhor forma de agradá-lo; e enquanto Exu é o dono das encruzilhadas, Ogum governa a reta dos caminhos.

Quando Ogum conquistou o reino de Irê, deu o trono para o filho e partiu em busca de novas batalhas. Anos depois, ele voltou ; mas chegou no dia de uma festa religiosa em que todos deviam guardar silêncio. Sentindo sede, quis beber, mas o vinho havia sido todo usado no ritual religioso; pediu comida e ninguém lhe respondeu, por causa da proibição religiosa. Pensando que o desprezavam, Ogum puxou a espada e matou todo mundo. Quando terminou a cerimônia religiosa, o filho veio ao encontro de Ogum, prestou-lhe todas as homenagens e ofereceu-lhe um banquete. Quando lhe explicaram o que ocorrera, Ogum ficou horrorizado com seu crime. Cravou a espada no chão e fez com que se abrisse um grande buraco por onde se afundou, tornando-se desde então um Orixá.

Depois que Exu foi expulso de casa pelos pais, ficou decidido que Ogum, o segundo filho, seria o sucessor do pai no governo. Entretanto, Ogum não gostava desse tipo de atividade. Seu prazer estava nas aventuras. Quando substituiu o pai durante uma viagem deste, Ogum deixou de lado as funções de governante, dedicando-se a passeios e confusões com os amigos. Estava sempre se metendo com as namoradas alheias e arrumando brigas. Para mantê-lo sossegado, então, o pai lhe deu o comando do exército e a missão de responder às agressões ao reino e de conquistar novos territórios. Nessas atividades, ele foi muito bem sucedido. "Ogum é filho de Iemanjá com Odudua. Desde criança já era destemido, impetuoso, arrojado e viril, tendo se tornado sempre mais e mais um brilhante guerreiro e conquistado, para seu pai, muitos reinos, não havendo, por esta razão, um só caminho que Ogum não tenha percorrido. Nos intervalos entre as guerras e as conquistas, Ogum criou os metais, a forja e as ferramentas que facilitaram a vida dos homens no mundo. Ele a pforjou rimeira faca, a primeira ponta de lança, a primeira espada, a primeira tesoura. Um irmão dedicado, diz o mito que Ogum tinha por Oxóssi uma afeição muito especial, defendendo-o várias vezes de seus inimigos e passando mesmo a morar fora de casa com Oxóssi, quando este foi expulso de casa por Iemanjá. Diz ainda o mito que foi Ogum quem ensinou Oxóssi a defender-se, a caçar e a abrir seus próprios caminhos nas matas onde reina. Ogum teve muitas mulheres, a principal delas Iansã, guerreira como ele. Tendo sido roubada por Xangô, Ogum passou a viver sozinho, para a guerra e a metalurgia"
FONTE: OS ORIXÁS - EDITORA TRÊS - Ediç;ão 1991

Foi Ogum quem ensinou aos homens como forjar o ferro e o aço. Ele tem um molho de sete instrumentos de ferro: alavanca, machado, pá, enxada, picareta, espada e faca, com as quais ajuda o homem a vencer a natureza.

Ogum é o guerreiro, general destemido e estratégico, é aquele que veio para ser o vencedor das grandes batalhas, o desbravador que busca a evolução.

Defensor dos desamparados, segundo a lenda, Ogum andava pelo mundo comprando a causa dos indefesos, sempre muito justo e benevolente. Ele era o ferreiro dos orixás, senhor das armas e dono das estradas. Irreverente, pois é um orixá valente, traz na espada tudo o que busca.

É o protetor dos policiais, ferreiros, escultores, caminhoneiros e todos os guerreiros.


 

 

 

ORAÇÃO DE SÃO JORGE

 

Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos tendo pés, não me alcancem; tendo mãos, não me peguem; tendo olhos não me vejam e nem em pensamentos eles possam me fazer mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar. Jesus Cristo me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, Virgem de Nazaré me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus com sua Divina Misericórdia e grande poder seja meu defensor contra as maldades e perseguições de seus inimigos.Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo.

                                             

 

 

PRECE DE OGUM

 

Pai, que minhas palavras e pensamentos cheguem até vós em forma de prece e que sejam ouvidas.

Que esta prece corra mundo e universos e chegue até os necessitados em forma de conforto para suas dores.

Que corra os quatro cantos da terra e chegue aos ouvidos de meus inimigos em forma de brado e advertência, de um filho de ogum que sou e nada temo pois sei que a covardia não muda o destino.

Ogum padroeiro dos agricultores e lavradores, fazei com que minhas ações sejam sempre férteis, como o trigo que cresce e alimenta a humanidade nas suas ceias espirituais para que todos saibam que eu sou teu filho.

Ogum senhor das estradas, fazei de mim um verdadeiro andarilho e eu seja sempre um fiel caminheiro seguidor do teu exército e que nas minhas caminhadas só hajam vitórias e mesmo quando aparentemente derrotado eu seja um vitorioso, pois nós os

vossos filhos não conhecemos derrotas, porque sendo o senhor o "Deus da Guerra", nós, vossos filhos, não conhecemos a luta, como esta que eu trago agora, embora sabendo que é só o começo, mas tendo o senhor como meu pai a minha vitória será certa.

Ogum, meu grande pai e protetor, fazei com meu dia de amanhã seja tão bom quanto o de ontem e hoje, que as minhas estradas estejam sempre abertas, que no meu jardim só haja flores, que os meus pensamentos sejam sempre bons e que aqueles que me procuram consigam sempre remédios para os meus males.

Ogum vencedor de demandas, que todos aqueles que cruzarem a minha estrada, que cruzem com o propósito de engrandecer cada vez mais a ordem dos cavaleiros de Ogum.

Pai, dá luz aos meus inimigos, pois se eles me perseguem é porque vivem nas trevas, e na realidade perseguem a luz que vós me destes.

Senhor, me livra das pragas, das doenças, das pestes, dos olhos grandes, da inveja, das mentiras, das vaidades que só levam à destruição.

E que todos aqueles que ouvem esta prece e também aqueles que a tiverem em seu poder estejam livres da maldade do mundo.

Ogum, que eu possa sempre dizer para aqueles que me pedem a bênção: Meu Pai te abençoe!

                           

Sincretismo.

 

 

 

Ogum São jorge
   

 

 

 

 


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Para ver o tríduo de São jorge clique na Cruz.

 

 

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